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Lego prepara-se para revolucionar as suas peças

Criada em: 20 julho de, 2015
Se daqui a 15 anos conseguir um encaixe perfeito entre peças novas e peças antigas de Lego, então a marca dinamarquesa alcançou o seu objetivo: não notar a diferença entre as peças de plástico feitas à base de petróleo e objetos feitos de materiais mais sustentáveis. A marca dinamarquesa quer fazer peças mais amigas do ambiente para reduzir a pegada ecológica.

O processo, no entanto, será longo. Como fazer Legos é "extremamente preciso", a marca tem de encontrar um material que seja amigo do ambiente e que tenha a mesma durabilidade das peças atuais. Por isso é que prevê que esta pesquisa dure 15 anos, ou seja, até 2030, tendo anunciado em junho uminvestimento de mil milhões de coroas dinamarquesas (cerca de 133 milhões de euros).

A Lego assume que ainda não encontrou essa alternativa. A atual matéria-prima derivada de plantas não dá a mesma consistência, quer em termos visuais quer em termos de toque, explica o responsável pelo desenvolvimento sustentável da empresa, Tim Brooks, ao The Wall Street Journal. A marca dá prioridade a plásticos derivados de desperdícios, como o talo do milho ou outros resíduos agrícolas.

As grandes marcas internacionais procuram cada vez alternativas ao plástico derrivado do petróleo. A Coca-Cola, por exemplo, apresentou no início de julho uma garrafa feita de plástico 100% de cana-de-açúcar, a "PlantBottle".

"Os combustíveis fósseis são um recurso finito e temos noção disso. [Apostar em alternativas] é a atitude certa para a Lego", completa Tim Brooks. Só em 2014 usou 77 mil toneladas métricas de petróleo para fabricar 60 mil milhões de peças.

Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/